Ao lado,
a Professora homenageada Anna Maria Vilaboim e o
Profº Júlio César de Sousa Moronari
público presente na cerimônia, no canto superior direito a imagem do
Prof. Julio César de Sousa Moronari, representando as regionais de ensino do Distrito Federal.
Profº Júlio César de Sousa Moronari proferindo o discurso em homenagem à Professora
Anna Maria Vilaboim. 
Ao centro da foto,
a Profª homenageada
Anna Maria Vilaboim
recebendo oficialmente o Título de Cidadã Honorária de Brasília.
No canto inferior esquerdo o
Diretor da DRE de Santa Maria
Profº Júlio de César Sousa Moronari, à direita da Profª homenageada
a Profª Eurides Brito.
DISCURSO DO PROFESSOR JÚLIO CESAR MORONARI EM HOMENAGEM A PROFESSORA ANNA MARIA DANTAS VILLABOIM, EM 14 DE SETEMBRO DE 2009.
Senhoras e Senhores Presentes bom dia,DISCURSO DO PROFESSOR JÚLIO CESAR MORONARI EM HOMENAGEM A PROFESSORA ANNA MARIA DANTAS VILLABOIM, EM 14 DE SETEMBRO DE 2009.
Na pessoa da Professora Eurides Brito, saúdo todos os componentes da mesa e na pessoa da Professora, saúdo todos os presentes nesta cerimônia.
Fui convidado para participar desta justa homenagem a professora Anna Maria Villaboim, em nome das Diretorias Regionais de Ensino do Distrito Federal, o que me deixou feliz e honrado. ANNA MARIA DANTAS ANTUNES VILLABOIM, ou carinhosamente chamada de professora Ana Maria, que para todos nós é uma pessoa singular: mãe, esposa, professora, pesquisadora, amiga, mestra e conselheira.
É impossível dissociar o nome da Professora Ana Maria da educação no Distrito Federal, onde trabalhou e trabalha incansavelmente para a consolidação da educação de qualidade, alcançando com êxito repercussão nacional em suas investidas.
Se em algum momento minha fala embargar, venceu a profunda emoção que experimento nesta tribuna ao falar a respeito de nossa ilustre homenageada. Sei, professora Ana Maria, que muitos amigos de longa data, alguns deles presentes aqui neste ambiente, e outros, muitos outros, distribuídos pelo Brasil afora, estão ou estariam, se aqui presentes, vivendo a mesma emoção, o mesmo momento de entrega e de carinho nesta feliz e inesquecível homenagem em que a senhora recebe o título de Cidadã Honorária de Brasília.
Professora Anna, são muitas as razões que despertam sentimentos tão profundos e tão duradouros como esses que aqui descrevo. Esta emoção nasce do reconhecimento da legitimidade com que a intitulamos PROFESSORA e poucos são aqueles que merecem tal título no cenário da educação brasileira. Seus muitos amigos aqui presentes, igualmente a destacam por isso.
Professores (os de fato) são entes mágicos! Donos de um talento inato. Eles reúnem qualidades extraordinárias: a capacidade de uma comunicação fácil, direta e eficiente com seus alunos, a capacidade rara de estimular a criatividade, a preocupação com o seu bem estar físico e o desejo de que sejam expostos, enquanto aprendizes ao conhecimento em suas múltiplas facetas. No entanto, tão ou mais importante que tudo isso, no nosso entendimento, destaca-se no professor sua capacidade em plasmar em seus alunos o desejo de se tornarem multiplicadores deste mesmo conhecimento. E este é o retrato vivo e fiel do talento pessoal e profissional da Professora Anna Maria Villaboim e de sua importância para nós.
Somos todos sabedores que parte das regras para a concessão do título de cidadania honorária é ter praticado atos de relevante interesse social para a população; ser pessoa de notório conhecimento público; além de possuir idoneidade moral e reputação ilibada. Ora, Senhoras e Senhores presentes, louvo daqui quem reconheceu, reconhece e propõe este merecido título de Cidadã Honorária de Brasília à Professora Anna Maria Villaboim.
Querida Professa Ana Maria, receba os cumprimentos de todas as Diretorias Regionais de Ensino e os mais altos sinais de estima e profunda consideração. O poeta Roberto Pelegrino disse que: Sonhar é vagar no infinito das possibilidades. Viver é encontrar com a realidade. Mas, para viver é preciso sonhar.
No universo do trabalho com a educação, sabemos que sonhar juntos é REALIZAR... e sonhar sozinho é só sonhar. Externamos nesta solenidade o prazer e a honra de presenciar a força de sua determinação em REALIZAR, ao REALIZADO, na REALIZAÇÃO e do ser de grande MULHER REALIZADA!
Por fim, encontramos um registro artístico de autoria de Agostinho dos Santos que nos remete a um questionamento: Por quem sonha Ana Maria?
Na alameda da Poesia chora rimas o luar Madrugada . . . e Ana Maria sonha sonhos cor do mar Por quem sonha Ana Maria, nesta noite de luar Já se escuta a nostalgia de uma lira a soluçar Dorme e sonha Ana Maria no seu leito de luar . . .Por quem sonha Ana Maria, quem lhe está triste a cantar ?
No salão da noite fria vêem-se estrelas a cantar,Madrugada e Ana Maria sonha sonhos cor do mar, por quem sonha Ana Maria, quem lhe faz assim sonhar ?
Raia o sol e rompe o dia, desmaia ao longe o luar, Não abriu de Ana Maria inda a flor do seu olhar. Por quem sonha Ana Maria, eu não sei . . . nem o luar.
Muito obrigado,
Era o que eu tinha a dizer.
No salão da noite fria vêem-se estrelas a cantar,Madrugada e Ana Maria sonha sonhos cor do mar, por quem sonha Ana Maria, quem lhe faz assim sonhar ?
Raia o sol e rompe o dia, desmaia ao longe o luar, Não abriu de Ana Maria inda a flor do seu olhar. Por quem sonha Ana Maria, eu não sei . . . nem o luar.
Muito obrigado,
Era o que eu tinha a dizer.
